O Xangô de Baker Street
Autor: Jô Soares
Ano: 1995
Páginas: 352
Editora: Companhia das Letras
Sinopse: Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais de santo e cannabis sativa.

O que achei

"O xangô de Baker Street" do autor Jô Soares gira em torno do roubo de um violino Stradivarius da baronesa Maria Luíza "amiguinha íntima" de Dom Pedro II. Ao investigar o caso, a atriz Sarah o aconselha a chamar o famoso detetive Inglês Sherlock.

E ninguém melhor para resolver um caso do que Hercule Poirot kk opa mentira, Sherlock Holmes. E eis que após ser solicitado, o detetive embarca no Rio de Janeiro ao lado do seu fiel amigo Watson. E em meio desse caso, mulheres começam a serem achadas mortas com orelhas decepadas e uma corda do violino em meio aos pêlos pubianos. E então Sherlock tem que desvendar dois mistérios.

MAS, esqueça tudo o que você sabe sobre os dois. Porque o Sherlock do livro de Jô não lembra em nada o do clássico de Conan Doyle. 

Esta foi a minha primeira experiência com Jô Soares como autor e até pouco tempo eu nem mesmo sabia que Jô escrevia livros, quando eu ouvia que ele era escritor eu pensei que era de crônicas ou coisas do tipo aqui e ali. Mas não, são vários livros. 

Confesso que foi um pouco difícil falar sobre ele no vídeo de discussão desse mês, pois ele não me capturou de forma alguma. Não sei se foi culpa do autor ou minha. Mas não rolou. Acabei achando a narrativa cansativa e o "humor" do livro acabou caindo no mal gosto na minha opinião. E não foi só pelo fato de Sherlock ser um dos meus detetives favoritos. Analisando melhor, eu achei que se o autor tivesse abordado a historia de outra forma, teria sido mais interessante e até mesmo teria arrancado umas risadas da minha parte hehe (aquelas difíceis). Mas antes que vocês pensem meu deus esse livro é ruim/péssimo/estranho.

Lembrem que esta foi uma sensação minha que nem eu mesmo sei explicar.

Mas, vendo várias resenhas pelo Skoob, vi como esse livro é adorado por muitas pessoas. Então se achar que a sinopse interessante cai em cima.


Este foi o livro do mês de abril do #Literamigas. Vejam o vídeo do @literamigas_ que está muito bom! Muitas opiniões diferentes pra esquentar a discussão🏼. E lá eu (tentei) expliquei sobre os meus sentimentos Jônianos. 




Sobre o autor


José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares, é um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, dramaturgo, diretor teatral, músico e ator brasileiro. Filho do empresário paraibano Orlando Soares e da dona de casa Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata o apontavam para outra direção.
Dono de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também é apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1.

Nas telinhas:




O Xangô de Baker Street é um filme luso-brasileiro de 2001, do gênero comédia, dirigido por Miguel Faria Jr. e com nomes no elenco como Marco Nanini, Cláudia Abreu, Thalma de Freitas, Jô Soares, Maria Ribeiro entre outros.




Nota no Skoob

Beijos!



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domingo, 22 de maio de 2016

Resenha: O Xangô de Baker Street - Jô Soares

O Xangô de Baker Street
Autor: Jô Soares
Ano: 1995
Páginas: 352
Editora: Companhia das Letras
Sinopse: Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais de santo e cannabis sativa.

O que achei

"O xangô de Baker Street" do autor Jô Soares gira em torno do roubo de um violino Stradivarius da baronesa Maria Luíza "amiguinha íntima" de Dom Pedro II. Ao investigar o caso, a atriz Sarah o aconselha a chamar o famoso detetive Inglês Sherlock.

E ninguém melhor para resolver um caso do que Hercule Poirot kk opa mentira, Sherlock Holmes. E eis que após ser solicitado, o detetive embarca no Rio de Janeiro ao lado do seu fiel amigo Watson. E em meio desse caso, mulheres começam a serem achadas mortas com orelhas decepadas e uma corda do violino em meio aos pêlos pubianos. E então Sherlock tem que desvendar dois mistérios.

MAS, esqueça tudo o que você sabe sobre os dois. Porque o Sherlock do livro de Jô não lembra em nada o do clássico de Conan Doyle. 

Esta foi a minha primeira experiência com Jô Soares como autor e até pouco tempo eu nem mesmo sabia que Jô escrevia livros, quando eu ouvia que ele era escritor eu pensei que era de crônicas ou coisas do tipo aqui e ali. Mas não, são vários livros. 

Confesso que foi um pouco difícil falar sobre ele no vídeo de discussão desse mês, pois ele não me capturou de forma alguma. Não sei se foi culpa do autor ou minha. Mas não rolou. Acabei achando a narrativa cansativa e o "humor" do livro acabou caindo no mal gosto na minha opinião. E não foi só pelo fato de Sherlock ser um dos meus detetives favoritos. Analisando melhor, eu achei que se o autor tivesse abordado a historia de outra forma, teria sido mais interessante e até mesmo teria arrancado umas risadas da minha parte hehe (aquelas difíceis). Mas antes que vocês pensem meu deus esse livro é ruim/péssimo/estranho.

Lembrem que esta foi uma sensação minha que nem eu mesmo sei explicar.

Mas, vendo várias resenhas pelo Skoob, vi como esse livro é adorado por muitas pessoas. Então se achar que a sinopse interessante cai em cima.


Este foi o livro do mês de abril do #Literamigas. Vejam o vídeo do @literamigas_ que está muito bom! Muitas opiniões diferentes pra esquentar a discussão🏼. E lá eu (tentei) expliquei sobre os meus sentimentos Jônianos. 




Sobre o autor


José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares, é um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, dramaturgo, diretor teatral, músico e ator brasileiro. Filho do empresário paraibano Orlando Soares e da dona de casa Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inata o apontavam para outra direção.
Dono de um talento versátil, além de atuar, dirigir, escrever roteiros, livros e peças de teatro, Jô Soares também é apreciador de jazz e chegou a apresentar um programa de rádio na extinta Jornal do Brasil AM, no Rio de Janeiro, além de uma experiência na também extinta Antena 1.

Nas telinhas:




O Xangô de Baker Street é um filme luso-brasileiro de 2001, do gênero comédia, dirigido por Miguel Faria Jr. e com nomes no elenco como Marco Nanini, Cláudia Abreu, Thalma de Freitas, Jô Soares, Maria Ribeiro entre outros.




Nota no Skoob

Beijos!