O bangalô
Autor: Sarah Jio
Ano:2015 
Páginas: 314 
Editora: Novo Conceito
Sinopse: Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas… Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

O que achei:


“- É um mundo louco lá fora, Anne. Guerra. Mentiras. Traição. Tristeza. Tudo ao nosso redor. – Ele pegou meu rosto entre as mãos. – Da próxima vez que se preocupar que eu esteja me distanciando, venha aqui. Venha ao bangalô e sentirá o meu amor.”

Anne parece ter um futuro brilhante nas mãos. Vivia em uma família de boa renda, estava noiva de um homem que amava e que era o herdeiro sensação da cidade. 
Porém, algo parece estar faltando. Anne se formou em enfermagem, mas não segue a profissão. Até que a amiga Kitty a lembra da promessa que fizeram ao se formar. Que fariam a diferença é que não seriam como as mães.


É assim que Anne vai com ela para Bora Bora para trabalharem como enfermeiras voluntárias na guerra.

Algo que me incomodou um pouco no início é que, apesar de saber que o foco do livro não ser a guerra, eu sentia as vezes que não estava acontecendo guerra nenhuma. Elas ali, naquela situação de enfermeiras voluntárias só ficavam ali fazendo passeios, festinhas... Acordando tarde no outro dia de ressaca no caso da Kitty (aquela que queria fazer a diferença).

Na verdade, a amiga "Kitty" foi um problema pra mim. Foi uma personagem que eu não gostei nadinha. Quanto a protagonista, logo que terminei de ler o livro eu tive várias emoções conflitantes sobre as decisões tomadas. Mas hoje, fazendo a resenha acredito que enfim entendi algumas coisas.

Em Bora Bora Anne conhece o soldado Westry. Juntos eles encontram um bangalô simples e escondido e passam a se encontrar nesse lugar. E lá o amor entre eles começa a brotar.


" - Anne. - A voz dele fraquejou um pouco, e ele parou para recuperar sua força. - Se é disso que precisa. Se há uma chance de ter seu coração por inteiro novamente, então eu esperarei."


Porém, para os habitantes do lugar o bangalô tinha uma fama ruim. Um mau presságio de que todos que entram no bangalô terão os corações partidos. E parece que o jovem casal talvez não saia ileso.

A vibe do livro me lembrou muito uma mistura de "Cartas para Julieta" com "O diário de uma paixão". Já que no início encontramos uma Anne idosa recebendo uma carta de Bora Bora. E o livro é a história que ela conta a sua neta.


Esta foi a minha experiência com a Sarah Jio e eu gostei. Faz muito tempo que eu não leio livros assim açucarados, mas foi bom. O livro tem uma pitada de mistério que instiga você a querer encontrar respostas, porém devo destacar que este não é o foco do livro. O livro fala sobre amor, amizade e lealdade. E acredito que esses temas a autora soube trabalhar bem. Talvez não tenha sido o suficiente para eu querer ler todos os livros da autora (rs), mas ela tem muito talento. 


Por fim, eu recomendo a leitura para aqueles que querem uma leitura com vibe de sessão da tarde e romancinho fofo. E mesmo com algumas ressalvas foi uma leitura muito agradável.

"Vinte e sete de novembro. Era uma data sem importância, apenas um pontinho no calendário. Mas foi também o dia que mudou minha vida, o dia em que comecei a amar Westry".

Sobre o autor

Sarah Jio é jornalista e já escreveu para muitas revistas conhecidas. Hoje é responsável por um blog de saúde e bem-estar, o Vitamin G. Sarah vive em Seattle com o marido, três filhos e Paisley, um golden retriever que rouba pés de meias. Ela é autora de As Violetas de Março.

Sobre a edição:


Eu li no kindle, mas o trabalho gráfico do livro está lindo. Nas passagens de capítulo tem sempre uma flor, achei um toque bem delicado na história. Lindinha.

Nota no Skoob

xX Beijos Xx



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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Resenha: O bangalô - Sarah Jio

O bangalô
Autor: Sarah Jio
Ano:2015 
Páginas: 314 
Editora: Novo Conceito
Sinopse: Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas… Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

O que achei:


“- É um mundo louco lá fora, Anne. Guerra. Mentiras. Traição. Tristeza. Tudo ao nosso redor. – Ele pegou meu rosto entre as mãos. – Da próxima vez que se preocupar que eu esteja me distanciando, venha aqui. Venha ao bangalô e sentirá o meu amor.”

Anne parece ter um futuro brilhante nas mãos. Vivia em uma família de boa renda, estava noiva de um homem que amava e que era o herdeiro sensação da cidade. 
Porém, algo parece estar faltando. Anne se formou em enfermagem, mas não segue a profissão. Até que a amiga Kitty a lembra da promessa que fizeram ao se formar. Que fariam a diferença é que não seriam como as mães.


É assim que Anne vai com ela para Bora Bora para trabalharem como enfermeiras voluntárias na guerra.

Algo que me incomodou um pouco no início é que, apesar de saber que o foco do livro não ser a guerra, eu sentia as vezes que não estava acontecendo guerra nenhuma. Elas ali, naquela situação de enfermeiras voluntárias só ficavam ali fazendo passeios, festinhas... Acordando tarde no outro dia de ressaca no caso da Kitty (aquela que queria fazer a diferença).

Na verdade, a amiga "Kitty" foi um problema pra mim. Foi uma personagem que eu não gostei nadinha. Quanto a protagonista, logo que terminei de ler o livro eu tive várias emoções conflitantes sobre as decisões tomadas. Mas hoje, fazendo a resenha acredito que enfim entendi algumas coisas.

Em Bora Bora Anne conhece o soldado Westry. Juntos eles encontram um bangalô simples e escondido e passam a se encontrar nesse lugar. E lá o amor entre eles começa a brotar.


" - Anne. - A voz dele fraquejou um pouco, e ele parou para recuperar sua força. - Se é disso que precisa. Se há uma chance de ter seu coração por inteiro novamente, então eu esperarei."


Porém, para os habitantes do lugar o bangalô tinha uma fama ruim. Um mau presságio de que todos que entram no bangalô terão os corações partidos. E parece que o jovem casal talvez não saia ileso.

A vibe do livro me lembrou muito uma mistura de "Cartas para Julieta" com "O diário de uma paixão". Já que no início encontramos uma Anne idosa recebendo uma carta de Bora Bora. E o livro é a história que ela conta a sua neta.


Esta foi a minha experiência com a Sarah Jio e eu gostei. Faz muito tempo que eu não leio livros assim açucarados, mas foi bom. O livro tem uma pitada de mistério que instiga você a querer encontrar respostas, porém devo destacar que este não é o foco do livro. O livro fala sobre amor, amizade e lealdade. E acredito que esses temas a autora soube trabalhar bem. Talvez não tenha sido o suficiente para eu querer ler todos os livros da autora (rs), mas ela tem muito talento. 


Por fim, eu recomendo a leitura para aqueles que querem uma leitura com vibe de sessão da tarde e romancinho fofo. E mesmo com algumas ressalvas foi uma leitura muito agradável.

"Vinte e sete de novembro. Era uma data sem importância, apenas um pontinho no calendário. Mas foi também o dia que mudou minha vida, o dia em que comecei a amar Westry".

Sobre o autor

Sarah Jio é jornalista e já escreveu para muitas revistas conhecidas. Hoje é responsável por um blog de saúde e bem-estar, o Vitamin G. Sarah vive em Seattle com o marido, três filhos e Paisley, um golden retriever que rouba pés de meias. Ela é autora de As Violetas de Março.

Sobre a edição:


Eu li no kindle, mas o trabalho gráfico do livro está lindo. Nas passagens de capítulo tem sempre uma flor, achei um toque bem delicado na história. Lindinha.

Nota no Skoob

xX Beijos Xx